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	<title>Comentários para Arnaut's ...</title>
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		<title>Comentário em Clara Ferreira Alves no Expresso por Filipe Silva</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/07/31/clara-ferreira-alves-no-expresso/#comment-106</link>
		<dc:creator>Filipe Silva</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 17:25:25 +0000</pubDate>
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		<description>Bom tarde,  um caso de gestão danosa (ou interesses)
uma noticia que vale a pena investigar, o design de um site, ronda 5000euros, e sem concurso publico, com o dinheiro dos 

contribuintes o design de um site custa (queimar dinheiro de todos nós) 100000euros...
http://diario2.com/99-500-euros-por-um-site-3656/comment-page-3

http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=75140

Vale a pena ler os comentários...

Mais trabalhos de directos e com grande valores sem concurso publico...
para a mesma empresa/entidade...

http://www.base.gov.pt/searchcenter/Paginas/Results.aspx?k=Henrique+Cayatte+-+Design,+Lda.&amp;s=Ajustes+Directos&amp;x=8&amp;y=12</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bom tarde,  um caso de gestão danosa (ou interesses)<br />
uma noticia que vale a pena investigar, o design de um site, ronda 5000euros, e sem concurso publico, com o dinheiro dos </p>
<p>contribuintes o design de um site custa (queimar dinheiro de todos nós) 100000euros&#8230;<br />
<a href="http://diario2.com/99-500-euros-por-um-site-3656/comment-page-3" rel="nofollow">http://diario2.com/99-500-euros-por-um-site-3656/comment-page-3</a></p>
<p><a href="http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=75140" rel="nofollow">http://www.base.gov.pt/_layouts/ccp/AjusteDirecto/Detail.aspx?idAjusteDirecto=75140</a></p>
<p>Vale a pena ler os comentários&#8230;</p>
<p>Mais trabalhos de directos e com grande valores sem concurso publico&#8230;<br />
para a mesma empresa/entidade&#8230;</p>
<p><a href="http://www.base.gov.pt/searchcenter/Paginas/Results.aspx?k=Henrique+Cayatte+-+Design,+Lda.&amp;s=Ajustes+Directos&amp;x=8&amp;y=12" rel="nofollow">http://www.base.gov.pt/searchcenter/Paginas/Results.aspx?k=Henrique+Cayatte+-+Design,+Lda.&amp;s=Ajustes+Directos&amp;x=8&amp;y=12</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em A justiça portuguesa está de parabéns! por Daniel Simões</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/12/03/a-justica-portuguesa-esta-de-parabens/#comment-105</link>
		<dc:creator>Daniel Simões</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2009 21:52:43 +0000</pubDate>
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		<description>Vamos lá a ver: grupo de bilderberg, máfia portuguesa, irangate, nova ordem mundial... pois é... está tudo correndo às 1000 maravilhas!!!
Dê uma olhada nisto:

http://ofimdademocracia.blogspot.com/

ah... e escusa de me responder por aqui que estou só de passagem.

Bem haja</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vamos lá a ver: grupo de bilderberg, máfia portuguesa, irangate, nova ordem mundial&#8230; pois é&#8230; está tudo correndo às 1000 maravilhas!!!<br />
Dê uma olhada nisto:</p>
<p><a href="http://ofimdademocracia.blogspot.com/" rel="nofollow">http://ofimdademocracia.blogspot.com/</a></p>
<p>ah&#8230; e escusa de me responder por aqui que estou só de passagem.</p>
<p>Bem haja</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Ser Professor por ana cristina</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/11/14/ser-professor/#comment-101</link>
		<dc:creator>ana cristina</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 19:38:27 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://toniarnaut.wordpress.com/?p=1542#comment-101</guid>
		<description>Obrigada 
Ajudou-me  a levantar a moral mais um bocadinho.

A maioria das pessoas não têm a mínima ideia do que é estar com 27 miudos  dentro de uma sala de aula  durante 5 horas seguidas e conseguir motivar cada um deles de maneira diferente, porque são todos diferentes.
Cumprimentos</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada<br />
Ajudou-me  a levantar a moral mais um bocadinho.</p>
<p>A maioria das pessoas não têm a mínima ideia do que é estar com 27 miudos  dentro de uma sala de aula  durante 5 horas seguidas e conseguir motivar cada um deles de maneira diferente, porque são todos diferentes.<br />
Cumprimentos</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Software que permita atribuir um tempo de uso a um utilizador por Luísa Novo</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/10/05/software-que-permita-atribuir-um-tempo-de-uso-a-um-utilizador/#comment-97</link>
		<dc:creator>Luísa Novo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 02:36:08 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://toniarnaut.wordpress.com/?p=1480#comment-97</guid>
		<description>http://pt.softpicks.net/software/Utilidades/Seguranca-o-Encryption/KidsWatch-Time-Control_pt-7480.htm

Parece-me que procuras programas tipo estes.

http://ultradownloads.com.br/listagem/lan-house-e-cybercafe/13,436,1,,,,,.html

Bom trabalho</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://pt.softpicks.net/software/Utilidades/Seguranca-o-Encryption/KidsWatch-Time-Control_pt-7480.htm" rel="nofollow">http://pt.softpicks.net/software/Utilidades/Seguranca-o-Encryption/KidsWatch-Time-Control_pt-7480.htm</a></p>
<p>Parece-me que procuras programas tipo estes.</p>
<p><a href="http://ultradownloads.com.br/listagem/lan-house-e-cybercafe/13,436,1,,,,,.html" rel="nofollow">http://ultradownloads.com.br/listagem/lan-house-e-cybercafe/13,436,1,,,,,.html</a></p>
<p>Bom trabalho</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Os horários dos professores por Simplício Anónimo</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/09/18/os-horarios-dos-professores/#comment-96</link>
		<dc:creator>Simplício Anónimo</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:33:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://toniarnaut.wordpress.com/?p=1456#comment-96</guid>
		<description>Nunca respondo a este tipo de emails ou comentários, mas este não dá outra hipótese.

1.	Infelizmente a minha carga horária semanal (como anónimo e Simplício trabalhador) é no mínimo de 40h e não de 35h apenas porque não sou professor. Isto dá-me um crédito de 5h x (52 semanas anuais – 4 semanas de férias) = 240h / ano só pelo facto de não ser um tão estimado professor.

2.	Fiquei curioso pelo facto de os períodos escolares terem a duração de 14 semanas. Se ainda for como no meu tempo de estudante, devem ser compostos por 3  períodos / ano. Pelas minhas contas 3 períodos x 14 semanas dá a módica quantia de 42 semanas, no entanto isto não é verdade porque enquanto o 1º período tem 14 semanas, o 2º período tem 12 e o 3º apenas 9 o que faz na realidade 14+12+9 = 35 semanas (ver calendário (2008/2009) do site do Ministério da Educação: http://www.min-edu.pt/np3/2273.html). Se por si só não fosse o presente comentário insultuoso para o comum trabalhador, ainda peca pela falta de transparência ou simples e acidental esquecimento, que, desculpem a franqueza, não me parece ter sido o caso.
Continuando a contra-análise deste tão nobre professor podemos concluir então e em comparação com o nº de semanas de um Simplício e anónimo trabalhador como eu que tem de trabalhar 48 semanas (52 - 4) por ano, perfazer uma diferença de 13 semanas (48 - 35). Bom, se então considerarmos que o Sr. Professor poderia trabalhar mais 13 semanas x 35 horas, isto dá  455h.

UPs, peço desculpa, mas parece-me que o crédito já não é assim tão grande, pois vejamos 240h + 455h = 695h.
Pequena nota: não descontei os dias de férias do período Carnavalesco, pois achei que eram um descanso bem merecido.

3.	Também fiquei muito curioso que este senhor professor tão simpático e competente com todo o direito à indignação tenha mencionado e creditado as horas de investigação. Pois é muito interessante que eu não possa afirmar ao meu patrão que durante as últimas 14 semanas produzi menos 28h porque estive a fazer investigação, caso contrário ele manda-me estudar para casa.

4.	Também é muito interessante a contabilização de 7h de trabalho diário “árduos” para os conselhos de turma, pois meu amigo toda a gente sabe que VOCÊS dão um salto à escola para tomar um café e ter umas pequenas reuniões (comentários de alguns dos seus colegas). Ah, e já me esquecia que estas horas devem ser multiplicadas por 3 dias x 3 períodos, o que dá nada mais nada menos que 9 dias…
Tenha paciência, mas nem me vou dar ao trabalho de reduzir as suas 7h para 3,5h que seriam bem abonadas.

5.	Sem me querer alongar demasiado, é interessante nas contas não mencionar os tantos trabalhos e testes que sabemos que tantos “miúdos” não os fazem ou deixam em branco e que tantos professores repetem ano após ano sem alterar uma única vírgula , o que reduziria também um pouco às contas, mas como estamos a falar de médias, deixe isso para lá que eu hoje sinto-me um mãos largas.

6.	É interessante também o facto de não mencionar as famosas paragens para reuniões intercalares, não é mesmo, mas tudo bem… 

Ora bem, fazendo das suas as minhas palavras (descubra as diferenças)…

Quer dizer, o professor trabalhou a menos 695 horas!! Isto em dias de trabalho, de 8 horas diárias (de um comum trabalhador), corresponde a 86,9 dias!!! O professor Simplício tem um débito sobre o Estado de 86,9 dias de trabalho. Por outras palavras, o Estado tem um crédito de 86,9 dias para com o prof. Simplício.
Passando à frente a parte que o senhor já sabe sobre os impostos, quando entra em contacto comigo para me pagar o que deve, SEU CALOTEIRO.

Também é muito interessante o porquê de tanta gente querer ser professor (talvez pela vocação). Na minha experiência profissional tive um estagiário que se demitiu porque preferia ir dar aulas… Segundo ele ia trabalhar metade do tempo e auferir o dobro do ordenado… Dá no mínimo que pensar, não dá???
E já agora se eu sou avaliado, porque é que os senhores não podem e não querem ser avaliados. Muitos acabariam por ceder o seu lugar a outros mais competentes e com mais vontade, mas isso são outros 500.
De vez em quando eu também gostava de fazer uma pausa e ir até Lisboa para uma Manif., mas acho que o meu patrão não ia gostar muito da ideia, por isso é melhor ficar por aqui.

PS.: espero sinceramente que, pelo menos em nome da liberdade de expressão e transparência, tenham o pudor de publicar igualmente este comentário ou fazer chegar ao autor que concerne a presente resposta.

Os meus cordiais cumprimentos,
Simplício Anónimo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca respondo a este tipo de emails ou comentários, mas este não dá outra hipótese.</p>
<p>1.	Infelizmente a minha carga horária semanal (como anónimo e Simplício trabalhador) é no mínimo de 40h e não de 35h apenas porque não sou professor. Isto dá-me um crédito de 5h x (52 semanas anuais – 4 semanas de férias) = 240h / ano só pelo facto de não ser um tão estimado professor.</p>
<p>2.	Fiquei curioso pelo facto de os períodos escolares terem a duração de 14 semanas. Se ainda for como no meu tempo de estudante, devem ser compostos por 3  períodos / ano. Pelas minhas contas 3 períodos x 14 semanas dá a módica quantia de 42 semanas, no entanto isto não é verdade porque enquanto o 1º período tem 14 semanas, o 2º período tem 12 e o 3º apenas 9 o que faz na realidade 14+12+9 = 35 semanas (ver calendário (2008/2009) do site do Ministério da Educação: <a href="http://www.min-edu.pt/np3/2273.html)" rel="nofollow">http://www.min-edu.pt/np3/2273.html)</a>. Se por si só não fosse o presente comentário insultuoso para o comum trabalhador, ainda peca pela falta de transparência ou simples e acidental esquecimento, que, desculpem a franqueza, não me parece ter sido o caso.<br />
Continuando a contra-análise deste tão nobre professor podemos concluir então e em comparação com o nº de semanas de um Simplício e anónimo trabalhador como eu que tem de trabalhar 48 semanas (52 &#8211; 4) por ano, perfazer uma diferença de 13 semanas (48 &#8211; 35). Bom, se então considerarmos que o Sr. Professor poderia trabalhar mais 13 semanas x 35 horas, isto dá  455h.</p>
<p>UPs, peço desculpa, mas parece-me que o crédito já não é assim tão grande, pois vejamos 240h + 455h = 695h.<br />
Pequena nota: não descontei os dias de férias do período Carnavalesco, pois achei que eram um descanso bem merecido.</p>
<p>3.	Também fiquei muito curioso que este senhor professor tão simpático e competente com todo o direito à indignação tenha mencionado e creditado as horas de investigação. Pois é muito interessante que eu não possa afirmar ao meu patrão que durante as últimas 14 semanas produzi menos 28h porque estive a fazer investigação, caso contrário ele manda-me estudar para casa.</p>
<p>4.	Também é muito interessante a contabilização de 7h de trabalho diário “árduos” para os conselhos de turma, pois meu amigo toda a gente sabe que VOCÊS dão um salto à escola para tomar um café e ter umas pequenas reuniões (comentários de alguns dos seus colegas). Ah, e já me esquecia que estas horas devem ser multiplicadas por 3 dias x 3 períodos, o que dá nada mais nada menos que 9 dias…<br />
Tenha paciência, mas nem me vou dar ao trabalho de reduzir as suas 7h para 3,5h que seriam bem abonadas.</p>
<p>5.	Sem me querer alongar demasiado, é interessante nas contas não mencionar os tantos trabalhos e testes que sabemos que tantos “miúdos” não os fazem ou deixam em branco e que tantos professores repetem ano após ano sem alterar uma única vírgula , o que reduziria também um pouco às contas, mas como estamos a falar de médias, deixe isso para lá que eu hoje sinto-me um mãos largas.</p>
<p>6.	É interessante também o facto de não mencionar as famosas paragens para reuniões intercalares, não é mesmo, mas tudo bem… </p>
<p>Ora bem, fazendo das suas as minhas palavras (descubra as diferenças)…</p>
<p>Quer dizer, o professor trabalhou a menos 695 horas!! Isto em dias de trabalho, de 8 horas diárias (de um comum trabalhador), corresponde a 86,9 dias!!! O professor Simplício tem um débito sobre o Estado de 86,9 dias de trabalho. Por outras palavras, o Estado tem um crédito de 86,9 dias para com o prof. Simplício.<br />
Passando à frente a parte que o senhor já sabe sobre os impostos, quando entra em contacto comigo para me pagar o que deve, SEU CALOTEIRO.</p>
<p>Também é muito interessante o porquê de tanta gente querer ser professor (talvez pela vocação). Na minha experiência profissional tive um estagiário que se demitiu porque preferia ir dar aulas… Segundo ele ia trabalhar metade do tempo e auferir o dobro do ordenado… Dá no mínimo que pensar, não dá???<br />
E já agora se eu sou avaliado, porque é que os senhores não podem e não querem ser avaliados. Muitos acabariam por ceder o seu lugar a outros mais competentes e com mais vontade, mas isso são outros 500.<br />
De vez em quando eu também gostava de fazer uma pausa e ir até Lisboa para uma Manif., mas acho que o meu patrão não ia gostar muito da ideia, por isso é melhor ficar por aqui.</p>
<p>PS.: espero sinceramente que, pelo menos em nome da liberdade de expressão e transparência, tenham o pudor de publicar igualmente este comentário ou fazer chegar ao autor que concerne a presente resposta.</p>
<p>Os meus cordiais cumprimentos,<br />
Simplício Anónimo</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Precisa-se de matéria prima para construir um País por SIlva Lopes</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/07/30/precisa-se-de-materia-prima-para-construir-um-pais/#comment-95</link>
		<dc:creator>SIlva Lopes</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2009 18:09:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://toniarnaut.wordpress.com/?p=1401#comment-95</guid>
		<description>Este artigo, supostamente atribuído a Eduardo Prado Coelho, escritor e jornalista que muito aprecio, é polémico quanto à sua autoria.

Há quem o atribua ao jornalista brasileiro João Ubaldo Ribeiro e, segundo estes, o artigo teria sido publicado no Jornal do Meio Ambiente, em 14/11/2005.

Outros alegam que o escrito é de autor desconhecido que, ainda segundo esta versão, teria preferido ficar anónimo, por receio de possíveis represálias.

Certo é que, curiosamente, em nenhum dos casos em que o artigo é atribuído a EPC aparece a data em que o mesmo terá sido publicado pelo jornal O Público... Não se trata, obviamente, de qualquer prova seja do que for, mas não deixa de ser sintomático.

Haverá alguém habilitado a demonstrar que a autoria do referido artigo pertence, efectivamente, a Prado Coelho? E, em caso afirmativo, em que data e número de edição foi o artigo publicado naquele jornal?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Este artigo, supostamente atribuído a Eduardo Prado Coelho, escritor e jornalista que muito aprecio, é polémico quanto à sua autoria.</p>
<p>Há quem o atribua ao jornalista brasileiro João Ubaldo Ribeiro e, segundo estes, o artigo teria sido publicado no Jornal do Meio Ambiente, em 14/11/2005.</p>
<p>Outros alegam que o escrito é de autor desconhecido que, ainda segundo esta versão, teria preferido ficar anónimo, por receio de possíveis represálias.</p>
<p>Certo é que, curiosamente, em nenhum dos casos em que o artigo é atribuído a EPC aparece a data em que o mesmo terá sido publicado pelo jornal O Público&#8230; Não se trata, obviamente, de qualquer prova seja do que for, mas não deixa de ser sintomático.</p>
<p>Haverá alguém habilitado a demonstrar que a autoria do referido artigo pertence, efectivamente, a Prado Coelho? E, em caso afirmativo, em que data e número de edição foi o artigo publicado naquele jornal?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em 42 PERGUNTAS ACERCA DO VÍRUS H1N1 &#8220;GRIPE HUMANA A&#8221; por Fabrício</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/07/10/42-perguntas-acerca-do-virus-h1n1-gripe-humana-a/#comment-89</link>
		<dc:creator>Fabrício</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2009 12:34:05 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://toniarnaut.wordpress.com/2009/07/10/42-perguntas-acerca-do-virus-h1n1-gripe-humana-a/#comment-89</guid>
		<description>Quais as consequências do virus para um adulto?</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quais as consequências do virus para um adulto?</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Proposta de Francisco Teixeira Homem, professor titular por Paulo Duarte</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/07/04/proposta-de-francisco-teixeira-homem-professor-titular/#comment-77</link>
		<dc:creator>Paulo Duarte</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:50:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://toniarnaut.wordpress.com/?p=1345#comment-77</guid>
		<description>Já todos percebemos que, para a Srª Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, “maior responsabilidade docente” significa “funções de gestão, de coordenação e de direcção” ou, em três palavras, “autoridade sobre colegas”. Portanto, se fosse defensável e preconizável (que não é) aquilo que o Ministério da Educação preconiza, então os professores titulares não teriam de leccionar às “turmas mais difícieis” – eles teriam apenas de coordenar, dirigir, avaliar… Repito e sublinho: se fosse desejável concretizar os propósitos do Ministério da Educação…

Contudo, para além da fragilidade intelectual que é denunciada pela pretensão de perpetuar o erro através dos professores titulares (como se o erro deixasse de o ser pelo facto de ser desviado, exclusivamente, para esses professores…), devo ainda relevar a fragilidade intelectual que se materializa no conceito “turmas difíceis”.

Todas as turmas serão igualmente “difíceis” se o grau de “exigência de progressão” for o mesmo, ou serão igualmente “fáceis”, se a “exigência de progressão” for nula. Se o professor de uma turma de alunos interessados e bem preparados em anos anteriores, constatar que, com pouco esforço, vai conseguir uma percentagem de transição de 100% e for essa, apenas, a sua meta, esse mau professor apenas será “excelente” num sistema educativo alicerçado em resultados, metas e indicadores – um mau sistema educativo. Um mau sistema educativo é um sistema que não consegue distinguir este mau professor do professor excelente que conseguiu a mesma percentagem de transição com uma turma de alunos mal preparados e pouco motivados. Um “bom professor” trabalha para conseguir dos seus &quot;bons&quot; ou &quot;maus alunos&quot; o máximo de progressão que lhes é devida e que for possível de conseguir. Por isto é que o actual modelo de avaliação está errado – exige o que é normal exigir aos professores cujos alunos estão mal preparados e pouco motivados, mas não exige nada aos professores cujos alunos têm maiores aspirações do que a média e que um dia mais tarde acabarão por fazer da sua nacionalidade o que já fizeram José Saramago, Maria João Pires… Se o argumento em causa tivesse fundamento e solidez, então, os professores com maiores dificuldades de desempenho (ou os mais comodistas), passariam a leccionar às turmas exigentes, ou seja, seriam designados para estragar os futuros José Saramago e Maria João Pires deste país. Afinal este “titular” acreditará na “medianização educativa” como forma de democratizar o ensino – “democratizar” será o mesmo que não reter ninguém?! A maior “fragilidade intelectual” do argumento é esquecer que a qualidade do ensino não pode depender da qualidade dos professores porque, se assim fosse, teríamos de acatar o direito de os Encarregados de Educação escolherem os professores. Os professores têm de prestar um bom serviço e, se não o fizerem (ou não se não forem titulares), não devem ser remetidos para “turmas fáceis”… Devem, isso sim, ser reciclados formativa ou disciplinarmente (se for o caso) e, mesmo assim, se continuarem a prestar um mau serviço, devem ser destituídos das suas funções lectivas.

As “turmas fáceis” existirão por acaso e não para funcionarem como “saco do lixo docente”.

Isto é puro “populismo” de um professor titular que, aparentemente e para quem quiser acreditar, deixaria de criticar o actual modelo de avaliação e o actual ECD se, no próximo ano lectivo, lhe fossem atribuídas preferencialmente (juntamente com outros colegas titulares) as “piores turmas”!!!
Distribuir as “turmas difíceis” pelos professores titulares, é assumir que a escola organiza as turmas segundo o grau de dificuldade de leccionação…
Defender que os professores titulares devem leccionar em “turmas difícieis” é defender a existência de “turmas difíceis”, quanto mais não seja, para que os professores titulares possam leccionar e resolver os problemas dessas turmas.

Sou contra a divisão da carreira e sou contra o actual modelo de avaliação, mas sou-o de uma forma consistente e sincera porque, sê-lo de uma forma inconsistente, ácida, populista, irónica... atacando os professores titulares, faz mais estrago do que ser-se a favor.

“Ser contra” não é perder a &quot;razão&quot; (com ironia) – &quot;ser contra&quot; é lutar por “outra razão”.

Paulo Duarte</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Já todos percebemos que, para a Srª Ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, “maior responsabilidade docente” significa “funções de gestão, de coordenação e de direcção” ou, em três palavras, “autoridade sobre colegas”. Portanto, se fosse defensável e preconizável (que não é) aquilo que o Ministério da Educação preconiza, então os professores titulares não teriam de leccionar às “turmas mais difícieis” – eles teriam apenas de coordenar, dirigir, avaliar… Repito e sublinho: se fosse desejável concretizar os propósitos do Ministério da Educação…</p>
<p>Contudo, para além da fragilidade intelectual que é denunciada pela pretensão de perpetuar o erro através dos professores titulares (como se o erro deixasse de o ser pelo facto de ser desviado, exclusivamente, para esses professores…), devo ainda relevar a fragilidade intelectual que se materializa no conceito “turmas difíceis”.</p>
<p>Todas as turmas serão igualmente “difíceis” se o grau de “exigência de progressão” for o mesmo, ou serão igualmente “fáceis”, se a “exigência de progressão” for nula. Se o professor de uma turma de alunos interessados e bem preparados em anos anteriores, constatar que, com pouco esforço, vai conseguir uma percentagem de transição de 100% e for essa, apenas, a sua meta, esse mau professor apenas será “excelente” num sistema educativo alicerçado em resultados, metas e indicadores – um mau sistema educativo. Um mau sistema educativo é um sistema que não consegue distinguir este mau professor do professor excelente que conseguiu a mesma percentagem de transição com uma turma de alunos mal preparados e pouco motivados. Um “bom professor” trabalha para conseguir dos seus &#8220;bons&#8221; ou &#8220;maus alunos&#8221; o máximo de progressão que lhes é devida e que for possível de conseguir. Por isto é que o actual modelo de avaliação está errado – exige o que é normal exigir aos professores cujos alunos estão mal preparados e pouco motivados, mas não exige nada aos professores cujos alunos têm maiores aspirações do que a média e que um dia mais tarde acabarão por fazer da sua nacionalidade o que já fizeram José Saramago, Maria João Pires… Se o argumento em causa tivesse fundamento e solidez, então, os professores com maiores dificuldades de desempenho (ou os mais comodistas), passariam a leccionar às turmas exigentes, ou seja, seriam designados para estragar os futuros José Saramago e Maria João Pires deste país. Afinal este “titular” acreditará na “medianização educativa” como forma de democratizar o ensino – “democratizar” será o mesmo que não reter ninguém?! A maior “fragilidade intelectual” do argumento é esquecer que a qualidade do ensino não pode depender da qualidade dos professores porque, se assim fosse, teríamos de acatar o direito de os Encarregados de Educação escolherem os professores. Os professores têm de prestar um bom serviço e, se não o fizerem (ou não se não forem titulares), não devem ser remetidos para “turmas fáceis”… Devem, isso sim, ser reciclados formativa ou disciplinarmente (se for o caso) e, mesmo assim, se continuarem a prestar um mau serviço, devem ser destituídos das suas funções lectivas.</p>
<p>As “turmas fáceis” existirão por acaso e não para funcionarem como “saco do lixo docente”.</p>
<p>Isto é puro “populismo” de um professor titular que, aparentemente e para quem quiser acreditar, deixaria de criticar o actual modelo de avaliação e o actual ECD se, no próximo ano lectivo, lhe fossem atribuídas preferencialmente (juntamente com outros colegas titulares) as “piores turmas”!!!<br />
Distribuir as “turmas difíceis” pelos professores titulares, é assumir que a escola organiza as turmas segundo o grau de dificuldade de leccionação…<br />
Defender que os professores titulares devem leccionar em “turmas difícieis” é defender a existência de “turmas difíceis”, quanto mais não seja, para que os professores titulares possam leccionar e resolver os problemas dessas turmas.</p>
<p>Sou contra a divisão da carreira e sou contra o actual modelo de avaliação, mas sou-o de uma forma consistente e sincera porque, sê-lo de uma forma inconsistente, ácida, populista, irónica&#8230; atacando os professores titulares, faz mais estrago do que ser-se a favor.</p>
<p>“Ser contra” não é perder a &#8220;razão&#8221; (com ironia) – &#8220;ser contra&#8221; é lutar por “outra razão”.</p>
<p>Paulo Duarte</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário em Proposta de Francisco Teixeira Homem, professor titular por Paulo Duarte</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/07/04/proposta-de-francisco-teixeira-homem-professor-titular/#comment-76</link>
		<dc:creator>Paulo Duarte</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 22:37:22 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://toniarnaut.wordpress.com/?p=1345#comment-76</guid>
		<description>Gostaria de entender este texto com ironia mas, infelizmente, esta &quot;ironia&quot; tem feito mais estrago do que o eventualmente pretendido &quot;tratamento de choque&quot;. As causas defendem-se com a &quot;razão&quot;. A &quot;ironia&quot; é, para as causas, um aliado perigoso e arriscado.
Afinal de contas, muitos professores já se aliaram a este texto, não com &quot;ironia&quot;, mas com &quot;convicção&quot;.
A &quot;ironia&quot;, a “fragilidade intelectual” e a “desonestidade intelectual” não são difíceis de distinguir – são difíceis de reconhecer. Aqueles que se opõem à divisão da carreira, devem fazê-lo com convicção, sem dúvida, mas, sobretudo, com honestidade intelectual e com coerência científica. Já basta o estrago que a tutela vem fazendo.
Ao “desabafo” não se exige rigor – ele é estritamente emocional. Mas um “parecer” ou uma “petição”, dirigidos a um órgão de gestão, não podem ser emocionais – é necessário medir o que se diz e, sobretudo, o que se escreve.

(Não se escreve nem se diz “ser-se avaliado em…”, mas “ser-se avaliado com…”).

“Professor Excelente” não é uma menção classificativa mas sim uma forma de apreciação ou de reconhecimento comum e informal do trabalho de um professor. A menção classificativa designa-se por “Excelente”. “Professor excelente” é uma designação empírica e intuitiva – quantas vezes não a usamos… “fulano tal é um excelente profissional”. Contudo, quem o afirma, se tiver de avaliar esse excelente professor, à luz de critérios e parâmetros aplicáveis, indiscriminadamente, a todos os restantes professores, talvez venha a concluir que “embora seja um excelente professor”, a classificação resultante é diferente de “excelente”. Portanto, querer comparar uma e outra coisa é errado e compromete a validade intelectual do argumento. É óbvio que qualquer modelo de avaliação do desempenho que processe essa avaliação de uma forma indiscriminada, não circunstanciada e não personalizada é um erro. Contudo, há que denunciar esse erro na vez de o perpetuar nos professores titulares – aliás, nem foram eles que inventaram o modelo de avaliação em vigor nem são eles que o defendem – eles apenas o aplicam enquanto avaliados (cumprindo a obrigação de serem avaliados) e enquanto avaliadores (cumprindo a obrigação de avaliar). Parece-me estilosamente ridícula a insistência em distinguir “Excelente” e “Muito Bom” e, sobretudo, mais do que parecer, é incorrecta a afirmação que essa insistência pretende fundamentar. Ser “excelente” não é ser “perfeito” nem “magnífico” – ser excelente é uma qualidade mortal e humana – é, tão simplesmente, conseguir corresponder a todas as exigências parametrizadas nas fichas de avaliação (trabalhar para as fichas). Se as fichas de avaliação fossem outras, com outros critérios e outros parâmetros, os professores classificados com “excelente” já seriam outros – a “excelência” depende dos critérios que a tutela constrói e não do livre desempenho do professor; a “excelência, infelizmente, é um conceito tutelado e não uma forma livre e consistente de nos relacionarmos, personalizadamente, com o trabalho que desempenhamos; “excelência&quot;, para este governo, afinal mede a capacidade de nos deixarmos funcionalizar e não a de agirmos crítica e criativamente. Esta ideia de “excelência”, associada à de &quot;magnificência&quot; e à de &quot;perfeição&quot;, afinal é a mesma ideia que defende as “quotas” e todos os restantes artificialismos que reservam as menções classificativas de topo apenas para os professores que se prestam a trabalhar para além das suas obrigações, dos seus deveres e das suas capacidades. Porém, um “excelente profissional” não se excede em relação aos seus colegas para além do que a todos é exigível, porque a deontologia não deveria impedir excelência.

Paulo Duarte</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Gostaria de entender este texto com ironia mas, infelizmente, esta &#8220;ironia&#8221; tem feito mais estrago do que o eventualmente pretendido &#8220;tratamento de choque&#8221;. As causas defendem-se com a &#8220;razão&#8221;. A &#8220;ironia&#8221; é, para as causas, um aliado perigoso e arriscado.<br />
Afinal de contas, muitos professores já se aliaram a este texto, não com &#8220;ironia&#8221;, mas com &#8220;convicção&#8221;.<br />
A &#8220;ironia&#8221;, a “fragilidade intelectual” e a “desonestidade intelectual” não são difíceis de distinguir – são difíceis de reconhecer. Aqueles que se opõem à divisão da carreira, devem fazê-lo com convicção, sem dúvida, mas, sobretudo, com honestidade intelectual e com coerência científica. Já basta o estrago que a tutela vem fazendo.<br />
Ao “desabafo” não se exige rigor – ele é estritamente emocional. Mas um “parecer” ou uma “petição”, dirigidos a um órgão de gestão, não podem ser emocionais – é necessário medir o que se diz e, sobretudo, o que se escreve.</p>
<p>(Não se escreve nem se diz “ser-se avaliado em…”, mas “ser-se avaliado com…”).</p>
<p>“Professor Excelente” não é uma menção classificativa mas sim uma forma de apreciação ou de reconhecimento comum e informal do trabalho de um professor. A menção classificativa designa-se por “Excelente”. “Professor excelente” é uma designação empírica e intuitiva – quantas vezes não a usamos… “fulano tal é um excelente profissional”. Contudo, quem o afirma, se tiver de avaliar esse excelente professor, à luz de critérios e parâmetros aplicáveis, indiscriminadamente, a todos os restantes professores, talvez venha a concluir que “embora seja um excelente professor”, a classificação resultante é diferente de “excelente”. Portanto, querer comparar uma e outra coisa é errado e compromete a validade intelectual do argumento. É óbvio que qualquer modelo de avaliação do desempenho que processe essa avaliação de uma forma indiscriminada, não circunstanciada e não personalizada é um erro. Contudo, há que denunciar esse erro na vez de o perpetuar nos professores titulares – aliás, nem foram eles que inventaram o modelo de avaliação em vigor nem são eles que o defendem – eles apenas o aplicam enquanto avaliados (cumprindo a obrigação de serem avaliados) e enquanto avaliadores (cumprindo a obrigação de avaliar). Parece-me estilosamente ridícula a insistência em distinguir “Excelente” e “Muito Bom” e, sobretudo, mais do que parecer, é incorrecta a afirmação que essa insistência pretende fundamentar. Ser “excelente” não é ser “perfeito” nem “magnífico” – ser excelente é uma qualidade mortal e humana – é, tão simplesmente, conseguir corresponder a todas as exigências parametrizadas nas fichas de avaliação (trabalhar para as fichas). Se as fichas de avaliação fossem outras, com outros critérios e outros parâmetros, os professores classificados com “excelente” já seriam outros – a “excelência” depende dos critérios que a tutela constrói e não do livre desempenho do professor; a “excelência, infelizmente, é um conceito tutelado e não uma forma livre e consistente de nos relacionarmos, personalizadamente, com o trabalho que desempenhamos; “excelência&#8221;, para este governo, afinal mede a capacidade de nos deixarmos funcionalizar e não a de agirmos crítica e criativamente. Esta ideia de “excelência”, associada à de &#8220;magnificência&#8221; e à de &#8220;perfeição&#8221;, afinal é a mesma ideia que defende as “quotas” e todos os restantes artificialismos que reservam as menções classificativas de topo apenas para os professores que se prestam a trabalhar para além das suas obrigações, dos seus deveres e das suas capacidades. Porém, um “excelente profissional” não se excede em relação aos seus colegas para além do que a todos é exigível, porque a deontologia não deveria impedir excelência.</p>
<p>Paulo Duarte</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comentário em As políticas educativas de José Sócrates e Maria de Lurdes Rodrigues &#8211; Parte 1 por tiagoamaralcarvalho</title>
		<link>http://toniarnaut.wordpress.com/2009/05/27/as-politicas-educativas-de-jose-socrates-e-maria-de-lurdes-rodrigues-parte-1/#comment-69</link>
		<dc:creator>tiagoamaralcarvalho</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2009 07:35:38 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://toniarnaut.wordpress.com/?p=1257#comment-69</guid>
		<description>vou colocar estes vídeos no meu blog, mais perto das eleições. vou fazer vários posts contra o ps, psd e cds, os gajos que andam a estragar a educação à alguns anos em portugal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>vou colocar estes vídeos no meu blog, mais perto das eleições. vou fazer vários posts contra o ps, psd e cds, os gajos que andam a estragar a educação à alguns anos em portugal.</p>
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